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Hemoba convoca doadores após acidente grave

Da Redação

A Fundação Hemoba convoca que os soteropolitanos doem sangue no Hemocentro ou na unidade de coleta do Hospital do Subúrbio nesta quinta-feira (8). A solicitação é por conta do aumento da demanda em consequência ao grave acidente ocorrido nesta manhã envolvendo um ônibus e um caminhão.

| Serviço |

Hemocentro - Ladeira do HGE, Brotas, Salvador
Telefone: (71) 3116.5664
Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 07:30 às 18:30, e sábado, das 07:30 às 12:30

Unidade de Coleto do Subúrbio
Hospital do Subúrbio, Rua Manoel Lino, s/n, Estrada Velha de Periperi
Telefone: (71) 3217.8600/8605
Horário de funcionamento: segunda, quarta e quinta, das 07:00 às 11:30 e das 13:00 às 17:30


08/03/2012 às 12:03
 

Relator da ONU critica Lei da Anistia brasileira

Agência Estado

Em um dos ataques mais duros da ONU ao modelo de transição política no Brasil, o relator da entidade contra a tortura, Juan Mendez, acusa a Lei da Anistia brasileira de ter tido seu objetivo original "travestido" e de ter sido usada como "desculpa para proteger militares e policiais."

A declaração do relator apela ainda para que a sociedade "não se deixe chantagear" pelo argumento de setores que insistem na ideia de que não seria conveniente reabrir o passado.

Em entrevista coletiva na sede da ONU, Mendez foi questionado pela imprensa estrangeira sobre o fato de o Brasil ainda ser um dos poucos países na América do Sul a não investigar seu passado. "No Brasil, na transição, houve um movimento para se ter uma lei de anistia, porque políticos perseguidos precisavam voltar e participar da vida política do País. Houve um movimento para se ter uma anistia. Era uma forma de abertura para a democracia. Mas, lamentavelmente, a lei foi aplicada para proteger os militares e a polícia de processos", declarou Mendez.

Para ele, o objetivo original da anistia foi "travestido". Segundo ele, isso significa que a lei foi criada com um propósito, mas foi aplicada em outro sentido. "Houve uma mudança de rumo na justiça, justamente no sentido contrário ao que ela originalmente estabelecia", disse Mendez. "A lei foi estabelecida para tentar criar um espaço político, mas foi usada como argumento para impunidade."

Essa distorção da lei também ocorreu em outros países sul-americanos, mas, de acordo com o relator, esses países latino-americanos já conseguiram superar os limites de suas leis de anistia. "Mas, lamentavelmente, o Brasil manteve a anistia para militares e policiais responsáveis por crimes sérios."

Limitações

Para o relator, a Comissão da Verdade não irá superar, sozinha, as limitações da Lei da Anistia brasileira. "No entanto, se a comissão for conduzida de forma séria, abrirá possibilidades para processos em um segundo estágio", declarou. "Se isso vai ocorrer eu não sei. Mas o direito internacional aponta nessa direção", insistiu.

O relator elogiou o governo da presidente Dilma Rousseff na tentativa de reconduzir o assunto no Brasil. "Há, pelo menos, uma chance de olhar o passado. O governo mostra que está pronto para rever o passado, pelo menos dizendo a verdade agora."

Na avaliação do relator, cabe também à sociedade tomar a decisão de olhar para o passado. "A experiência latino-americana mostra que não se pode deixar chantagear por aqueles aliados civis dos militares que dizem que é melhor não tocar no passado por conta das repercussões que isso pode ter. Essa chantagem não pode ser aceita", concluiu Mendez. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


08/03/2012 às 11:01
  | ATUALIZADA ÀS 11:03 | COMENTÁRIO (0)

ONU prepara estoque de comida para 1,5 milhões de pessoas na Síria

Reuters

Genebra -  A Orgnização das Nações Unidas (ONU) afirmou nesta quinta-feira, 8, que prepara estoques de comida para 1,5 milhão de pessoas na Síria como parte de um plano de emergência de 90 dias para ajudar os civis que estão carentes de suprimentos básicos após quase um ano de conflito.

"Mais precisa ser feito", afirmou John Ging, do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assistência Humanitária, durante o Fórum de Ajuda Humanitária para a Síria, que durou um dia em Genebra, na Suíça. "O braço da ONU na comunidade de ajuda humanitária está analisando o processo de estoques adicionais de comida para atingir 1,5 milhão de pessoas", completou.

Ging ainda descreveu a situação na Síria como delicada e disse que a capacidade dos sistemas de saúde em fornecer tratamento e remédios precisa ser restaurada. As redes de fornecimento de água, danificadas pelos constantes bombardeios, também necessitam de reparos.

A agência desenhou um plano inicial de angariar US$ 105 milhões em três meses para enviar ajuda humanitária ao país árabe. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha, a única agência internacional a enviar voluntários para a Síria, também participa da reunião.

A chefe de assuntos humanitários da ONU, Valerie Amos, está visitando a Síria nesta semana. Ela visitou o bairro de Baba Amr, um dos mais atingidos pela repressão do regime de Damasco, e deve apresentar um relatório ao fim de sua viagem.

Crise humanitária - "O processo político está ficando muito complicado, mas os sírios não podem esperar. A ajuda humanitária deve ser enviada", disse Claus Sorensen, diretor do ECHO, departamento de ajuda da União europeia. "O propósito desta reunião é dar uma resposta imediata ao sofrimento. É sobre conseguir acesso, acesso e acesso - essa é a precondição para de fato ajudarmos", completou.

Já o embaixador da Síria em Genebra, Faysal Khabbaz Hamoui, negou a gravidade da situação. "A Síria não passa por uma crise humanitária. Estamos exportando produtos industriais e agrícolas para a maioria dos países da região", pontuou, acusando a imprensa internacional de estimular a intervenção estrangeira no território sírio.

Fonte  A  Tarde

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